quinta-feira, 24 de maio de 2012

Aquarelas em Paraty

Vai ser um belo encontro!


quarta-feira, 23 de maio de 2012

Arte com cubo mágico


Hoje em dia montar um cubo mágico não é tarefa tããão difícil, existem até tutoriais no google com o passo-a-passo. Agora... transformar vááários cubos em uma obra de arte já é outra história.
Foi isso que fez o artista Peter Fectau, de Michigan, nos Estados Unidos. Com simplesmente 4.242 cubos mágicos ele construiu um quadro de 5,8 metros de largura por 2,6 metros de altura em homenagem a Martin Luther King e expôs o trabalho durante a ArtPrize 2010 realizada em sua terra natal. A obra de 454 kg denominada “Dream Big” ficou entre as top 50 de mais de 1700 obras do evento, um marco na carreira do artista geek que resolveu todos os cubos mágicos sozinho para encaixar na obra.





Quem já fez um trabalho parecido com este são os artistas canadenses da Cube Works, que em 2010 entrou pro famoso Guinness Book representando a famosa obra de Michelangelo com 12.090 cubos, veja:


E pesquisando, acabei encontrando outra obra usando a mesma técnica, mas sem autor especificado:



Atualmente, Peter possui um blog onde expõe todas as suas obras e até videos. Selecionei em deles pra compartilhar com vcs aqui no blog:




Fonte: i9store e http://petefecteau.com/

terça-feira, 22 de maio de 2012

Arte nas ruas de SP


Adorei! E qualquer pessoa pode participar inscrevendo-se gratuitamente aqui, no site oficial, preenchendo um formulário apresentando as ideias.
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Orelhões viram suporte para obras de arte
Em 02/04/12
Por: Catraca Livre

Com os crescentes avanços da telefonia móvel a tendência é que os simpáticos orelhões desapareçam definitivamente das ruas. Pensando nisso, a Telefônica decidiu criar a "Call Parade".


Inspirada na Cow Parade – famosa exposição urbana em que vaquinhas assinadas por diferentes artistas eram espalhadas pela cidade – essa exposição coletiva outdoor trará orelhões com interferências de artistas paulistas selecionados por uma comissão julgadora.

Ao todo serão 100 orelhões transformados pela arte que ficarão espalhados pelas ruas de São Paulo entre os dias 20 de maio e 24 de junho. Dos 100 artistas escolhidos, 90 serão selecionados por um comitê heterogêneo e 10 serão convidados por um comitê curador.

As obras estarão distribuídas em oito circuitos que incluem alguns bairros emblemáticos da região metropolitana. Entre os circuitos estão o “Cartão Postal”, que engloba a Avenida Paulista, Consolação e região e o “Descolado”, que inclui os bairros de Pinheiros e Vila Madalena.

Orelhão nas ruas de SP

Telefone público modificado pelo artista inglês Banksy, em Londres.


sexta-feira, 20 de abril de 2012

Entre os Santos e os Pagãos



Centro de Cultura Estação das Artes, em Barra Mansa, abre nova exposição: "Entre os Santos e os Pagãos", mostra que celebra o retorno à pintura do artista plástico barramanssense, André Oliveira.

A exposição é composta por duas séries distintas apresentadas através de 21 pinturas com técnicas variadas: pastel sobre madeira, acrílica, óleo e douramento sobre tela e óleo sobre vidro e tela.

A pura representação do homem; seja como santo ou pagão. Talvez um reflexo que pode ser sentido numa simples, porém forte, troca de olhares. É um instante perturbador, pois talvez o observador sinta-se mais observado que observador.

De um lado o pagão. Aquele que um dia foi massacrado pelo santo. Alguns, como a maioria de nós, acreditam que por isso se santificaram também. Outros, como a minoria de nós, permanecem selvagens, acreditando assim estar mais próximos da santidade.

De outro lado, os santos. Como todos nós um dia fomos e como alguns, teimosos,
pretendem tornar a ser. Santos como nascemos, não como alguém um dia se fez. Seja qual for o caso, você vai se reconhecer entre eles caso, um dia, ao escovar os dentes pela manhã, você torne a prestar atenção no seu próprio olhar.


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"Entre os Santos e os Pagãos"
Onde: Centro de Cultura Estação das Artes - Barra Mansa
Abertura: 27 de abril de 2012 às 20h, com apresentação do Proj. Música nas Escolas
Quando: de 28 de abril a 11 de junho de 2012
Horário: de segunda a domingo, das 10h às 18h.
Quanto: grátis
Contato: (24) 3323.0496 | estacaodasartes@bol.com.br

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Lápis de cor e linha de costura


Delicadas e misteriosas. Essas são as esculturas da artista plástica sul-africana Jenifer Maestre, feitas com lápis de cor costurados.
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Construções em Lápis de Jennifer Maestre
Por: Diana Guerra
Em: Obvious / Arte

Ao admirar a obra do biólogo Ernst Haeckel (1834-1919), Jennifer Maestre aprendeu que as possibilidades que a natureza oferece à arte não se esgotam. Pegando na forma do ouriço-do-mar, a artista sul-africana desenvolveu esculturas orgânicas feitas de lápis-de-cor e fio de costura.

Quando se olha de relance para uma escultura de Jennifer Maestre, parece que vemos um ser vivo marinho longe do seu habitat natural: o fundo escuro sobre o qual as suas peças são fotografadas, ajuda à ilusão de ótica. Coloridas e de aspecto orgânico, as peças de Maestre são, afinal, compostas por lápis de cor afiados e entrelaçados uns nos outros.
Na verdade, a ideia que inspirou o conceito deste projeto veio precisamente das profundezas oceânicas. Quando terminava a faculdade, ocorreu-lhe a ideia de criar uma caixa com um compartimento secreto para uma pérola. A caixa teria a forma de um ouriço-do-mar feito de prata. O objeto suscitaria emoções contraditórias no espectador: seria belo, sem que houvesse o desejo de tocar-lhe.
Apesar desta ideia nunca ter sido desenvolvida, Maestre centrou-se na ideia do ouriço e começou a utilizar pregos como espinhos, adicionando vários elementos aleatórios às suas esculturas, como o zíper. Num dado momento, ela percebeu que o prego não era o melhor material para trabalhar, já que a ideia era criar formas mais complexas. Descobriu então os lápis afiados e desenvolveu técnicas de costura para uni-los um a um.


Hoje, Maestre utiliza centenas de lápis coloridos para produzir suas esculturas. Corta-os em pedaços de 2,5cm e perfura cada um, transformando-os numa espécie de contas. Depois, afia-os e cose-os (usando a técnica peyote) para dar forma à estrutura, criando objetos cada vez mais complexos que se assemelham a ouriços-do-mar. Quando o trabalho está terminado, as peças chegam a valer €6000.


Para a artista, os espinhos do ouriço são perigosos e belos. Repudiam o contato, mas sua textura atrai o toque. A antítese do desejo e repulsão (o push e o pull) é transposta do universo marinho para a arte através do lápis que é, paradoxalmente, macio e afiado. Um material que é manufacturado em grandes quantidades e com pouca originalidade, cria uma forma que nos lembra um ser vivo pertencente à natureza. O comum e anônimo reinventam-se e originam esculturas frágeis, mas temíveis e selvagens.


Jennifer Maestre nasceu em 1959 em Johannesburg, na África do Sul. Depois de viver em outros locais (Barcelona, Irã, Novo México), mudou-se para o Massachusetts, onde vive atualmente e onde se formou em artes, depois de ter estudado economia para agradar ao pai. A sua inspiração advém de animais, plantas, mitologia. Admira o biólogo Ernst Haeckel e o pintor francês Odilon Redon. Ao longo dos anos tem ganho vários prêmios, principalmente no estado onde vive - por exemplo, o prêmio Massachusetts Cultural Council em 2007.




sexta-feira, 13 de abril de 2012

Beatles na faculdade


Quem diria que eles então, fizeram escola!
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PUC-Rio inova e cria especialização sobre os Beatles
Curso de extensão aborda a história, a evolução artística e a influência cultural do conjunto inglês na sociedade pós-moderna
Por: Luisa Girão
Em: 13/04/2012 - iG Rio de Janeiro

Roger Waters e Pink Floyd criticam o sistema em “Another Brick In The Wall”. Alice Cooper celebra – de uma forma bem rebelde – a formatura em “School's Out". A sala de aula e o Rock n’Roll têm uma relação complicada e não faltam exemplos. Mas desde a última semana a tradicional faculdade PUC- Rio mostra que está disposta a romper com o tabu e oferece em sua grade um inusitado curso de extensão inteiramente dedicado a uma das principais bandas da história: Os Beatles.

"Beatles: história, arte e legado", ministrado pelo departamento de Letras da universidade, aborda toda a história, evolução artística e influência cultural e midiática do conjunto na sociedade pós-moderna. “Pretendemos cobrir toda a história dos Beatles, através dos discos e músicas mais relevantes, utilizando de clipes a trechos de filmes e aproximando o grupo da história do seu tempo. Além da história, vamos entender a filosofia do grupo inglês e, por exemplo, como a banda influenciou o movimento tropicalista aqui no Brasil”, explica o doutor em Literatura Brasileira pela PUC, pós-doutor pela Universidad de Salamanca, na Espanha, e coordenador do curso, o professor Júlio Diniz.

A ideia da especialização surgiu depois que  Eduardo Brocchi, professor de Engenharia na PUC e beatlemaníaco confesso, descobriu que a Universidade de Liverpool, na Inglaterra, tem um mestrado sobre o quarteto. “Eu e alguns amigos ficamos com vontade de fazer, mas o curso demora quatro anos. Então, pensamos: temos que fazer isso aqui no Brasil!”, disse ele, que tem mais de 400 livros sobre o Fab Four e uma coleção de apetrechos raros como CDs, vinis etc.

São sete professores com as profissões mais distintas. Tem filósofo, jornalista e até dentista. Todos usando o seu connhecimento adquirido em livros, viagens e pesquisas sobre o quarteto de Liverpool. “Somos aficionados pelo universo dos quatro músicos mais importantes da segunda metade do século passado”, afirma o professor Luis Otávio Pinheiro, que também é titular no curso de Engenharia da PUC.

Os professores do curso: Júlio Diniz, Luis Otávio Pinheiro, Eduardo Brocchi e Carlos Augusto.


De beatlemaníacos a alunos

A primeira turma do curso "Beatles: história, arte e legado" é formado por 25 pessoas, com idades entre 19 e 61 anos. A jornalista Maria Estrella, de 43 anos, tem orgulho de dizer que foi a primeira inscrita. “Liguei todas as semanas para cá para saber quando começariam as inscrições. Sou beatlemaníaca e, por mais que saiba grande parte da história deles, sempre há algo novo para aprender”, diz.

A contadora Vera Nunes, de 57 anos, mora em Volta Redonda. Mas é tão fã de Beatles que gasta de duas a três horas para ir à Gávea, assistir às aulas do curso de extensão. Mas essa não é o primeiro sinal de devoção dela. Além de ter ido para Liverpool e rodado o Brasil atrás de Paul McCartney, ela batizou a filha dela com o nome de Maurine, primeira mulher do baterista Ringo Starr. “As aulas são uma boa oportunidade para conhecer outros apaixonados como eu e trocar experiências e conhecimento”.

A estudante do primeiro período de psicologia Theodora França, de apenas 19 anos, é a mascote da turma. “Por incrível que pareça, não comecei a gostar de Beatles por causa dos meus pais. Acho que eles começaram a escutar por minha causa”, conta ela, que acrescenta: “Como ainda não trabalho, são eles que estão pagando o meu curso. Mas tive que explicar que era importante para mim. Nunca é demais se aprofundar em algo que você já ama”, disse.


Outro aluno, o médico Rodrigo Toledo, de 37 anos, é fã de Beatles desde criancinha. Colecionador de material relativo à banda ele toca anualmente com sua banda cover Blue Beatles na International Beatle Week Festival, em Liverpool. “Geralmente, temos uma lembrança não agradável da sala de aula, com provas e testes. Nunca pensei estudar ídolos meus em uma faculdade. Para mim isso é um hobby, não é uma aula”.

“O sucesso abre portas para estudarmos outros ícones importantes da nossa cultura. A bossa nova, por exemplo, está um tanto quanto esquecida aqui no país. No entanto, lá fora, as pessoas são apaixonadas. Podemos fazer esse resgate”, analisa Diniz. A lista de espera para o curso "Beatles: história, arte e legado" já tem 13 nomes, o que pode resultar numa segunda turma, no segundo semestre. Cada aluno terá que desembolsar R$ 1.860 por 12 aulas.

É bom lembrar que os Beatles também criticaram escola e professores, como na música "Getting Better", composta por Paul McCartney. Mas esse curso, com certeza, eles aprovariam.


quinta-feira, 5 de abril de 2012

Barroco Mineiro - em Resende


Vale a pena!!!


Bjs
Cintia

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Morre Antonie Tàpies

Uma perda imensa para o mundo das artes, mas deixando pra trás um legado inestimável!
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Morre aos 88 anos o artista espanhol Antoni Tàpies
Em: 06/02/2012
Por: Folha Ilustrada

O pintor e escultor catalão Antoni Tàpies morreu segunda-feira, dia 06/02/12, aos 88 anos, em Barcelona, na Espanha. A informação é do jornal "El País".

Um dos principais representantes da arte abstrata do pós-guerra, o artista é nomeado marquês de Tàpies em 2010 por sua contribuição às artes plásticas. O artista possui uma fundação em sua cidade natal, Fundació Antonie Tàpies, onde expõe boa parte da evolução de sua obra.

Nasce em Barcelona, em 1923, em uma família burguesa e culta. Abandona os estudos de direito para se dedicar ao desenho e à pintura. Durante a Guerra Civil espanhola, trabalha no governo da Catalunha, onde seu pai era advogado.

A partir de 1948, o artista une-se à revista de vanguarda "Dau El Set", com outros artistas como Joan Brossa, Joan Ponç, Modest Cuixart, Joan Josep Tharrats, Arnau Puig e Juan Eduardo Cirlot.

Em 1956, quando consegue uma bolsa para estudar em Paris, faz sua primeira exposição individual na capital francesa e se relaciona com Picasso. Naquele mesmo ano, ganha um prêmio na 3ª Bienal de Hispanoamérica, e é apresentado a Salvador Dalí em Estocolmo, na Suécia - ali, expõe ao lado de Tharrats.

Entre suas obras destacam-se "Manchas Vermelhas", "Grande Pintura Pinzenta", "Corpo de Matéria e Manchas de Cor Laranja" e "Peça de Roupa".

Também realiza numerosas peças de cerâmicas, tapeçarias, esculturas e mosaicos, além do cartaz em homenagem ao centenário do time de futebol do Barcelona em 1999. O catalão ainda ilustra várias publicações e é autor de livros de arte.

Além do marquesado que o Rei Juan Carlos lhe concedeu em abril de 2010, Tàpies é reconhecido pela Academia de Belas Artes de Berlim e pela Kunstlerhaus de Viena, a fundação de arte mais antiga da Europa. Também recebe os prêmios da Unesco e o Príncipe de Astúrias das Artes.

Casado com Teresa Barba Fábregas, Tàpies era pai de três filhos, Antoni, Clara e Miquel.

Obra de 1978

"Sabata" - 1995


Fundação Antonie Tàpies em Barcelona

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Guerra e Paz em Sampa

Elas ficaram muito tempo escondidas do grande público, no hall de entrada da Assembleia geral da ONU em Nova York - local de acesso restrito aos delegados das nações. Nem mesmo durante visitas guiadas à ONU as obras podiam ser vistas pelo público, por razões de segurança. Então, depois de estreiar no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, pela primeira vez elas estão sendo exibidas em São Paulo, no Memorial da América Latina, de 07 de fevereiro a 21 de abril.

Encomendados pelo governo brasileiro para presentear a sede das Organizações das Nações Unidas (ONU), a obra de Portinari retrata o resumo da vida humana, com injustiças, violência e miséria. Na obra, a guerra é representada em cores vibrantes e chocantes pela figura de mães que perderam seus filhos – em uma alusão à Pietà, de Michelangelo. Por sua vez, a paz é retratada em tons pastel por, entre outras figuras, crianças em gangorras e balanços, pendendo no ar como anjos, conforme era a intenção do artista.

Proporção do tamanhos dos paineis com uma pessoa adulta de tamanho médio
Em 2007, o anúncio de uma grande reforma no edifício sede da ONU entre 2010 e 2013 proporcionou a oportunidade inédita de expor os paineis Guerra e Paz no Brasil e no exterior. Resultado de mais de três anos de empenho e articulações do Projeto Portinari com o Governo Federal, instituições internacionais e empresas estatais e privadas, finalmente, com o apoio financeiro do BNDES, o Projeto Guerra e Paz é, hoje, uma realidade.

Em dezembro de 2010, o retorno de Guerra e Paz ao Brasil foi celebrado com a exposição dos paineis no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com entrada franca. O evento reuniu mais de 44 mil pessoas em apenas 12 dias. Em seguida, os paineis foram restaurados em ateliê aberto, no Palácio Gustavo Capanema, sede do Ministério da Cultura no Rio de Janeiro, por onde passaram mais de 6 mil visitantes em 4 meses.

Neste momento, o Projeto Portinari planeja a exposição Guerra e Paz, de Portinari em São Paulo. Além de apresentar os paineis restaurados, a exposição reunirá cerca de 100 dos estudos preparatórios de Portinari para Guerra e Paz, estes em première mundial (nem o próprio pintor teve a oportunidade de vê-los em seu conjunto).


São Paulo será o ponto de partida para a itinerância internacional da exposição durante 2012 e 2013, articulada com o Itamaraty, que pretende levar Guerra e Paz entre outras cidades à Hiroshima e à Oslo, por ocasião da entrega do Prêmio Nobel da Paz.

Além da fundamental parceria com o BNDES, outras empresas e instituições dedicaram especial, com confiança e apoio para a concretização de todas as etapas do Projeto Guerra e Paz, que contou com o patrocínio da BFRE, do O Boticário, do Banco do Brasil e dos Correios, além da Queiroz Galvão Exploração e Produção e da Redecard. O Projeto contou ainda com o inestimável apoio da ONU, do Ministério da Cultura, do Itamaraty, da Funarte, do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, da PUC-Rio, da Rede Globo, do InfoGlobo e da Galeria Dom Quixote.


Fonte: Viaje Aqui
Acesse também: Guerra e Paz

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Saravá!


Se a urucubaca te pegou e você tá com problemas para expor seu trabalho...
Deixa que Mãe Duchampa resolve! Saravá! Rsrsrsr!!!!




Via: Café Ilustrado (on Facebook)

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